Suspenso magnético: limpeza e proteção da produção
Em correia transportadora, o problema raramente é só o material que você quer transportar. O que mais derruba produção (e danifica equipamentos) são contaminantes ferrosos entrando no fluxo: pedaços de arame, parafuso, prego, chapas finas, fragmentos de desgaste e sucata solta. Quando isso vai parar em britador, moinho, peneira, extrusora ou em uma etapa sensível (como alimentos e químicos), o prejuízo aparece em forma de quebra, retrabalho, contaminação do produto e paradas de manutenção.
É aí que o suspenso magnético entra como solução direta e robusta: ele fica instalado acima da correia e captura o ferro conforme o material passa por baixo — sem depender de energia elétrica e sem “inventar moda” no processo.
O que é um separador magnético suspenso (e por que ele é tão usado)
O separador magnético suspenso é um equipamento montado sobre a correia transportadora para remover partículas ferrosas do material transportado. No caso do Suspenso Magnético de Limpeza Manual, a remoção do material capturado é feita por uma gaveta limpadora, o que simplifica manutenção e deixa o conjunto bem confiável em ambientes industriais.
Na prática, você usa quando precisa de:
- proteção de máquinas (evitar que ferro “entre” em equipamento caro);
- qualidade do produto (reduzir contaminação ferrosa);
- processo estável (menos paradas e menos sustos).
Como o suspenso magnético funciona sem energia elétrica
Uma dúvida comum é: “Como ele separa sem energia?”. A resposta é simples: ele usa ímãs permanentes. Diferente de eletroímãs, aqui o campo magnético já está “ligado” o tempo todo, sem bobinas e sem alimentação elétrica.
No produto que você está avaliando, o conjunto é equipado com ímãs permanentes de Ferrite de Estrôncio Anisotrópico. Em termos práticos, isso significa um sistema magnético pensado para operação contínua, com boa robustez para ambientes industriais e comportamento estável para aplicações típicas de separação em correia.
Outro ponto importante é a construção com tecnologia Hi-Flux!®, que (na prática) indica um projeto direcionado a concentrar e aproveitar melhor o fluxo magnético na região de trabalho do separador — que é onde a correia passa e onde o ferro precisa ser capturado.
Segurança operacional: por que a ausência de energia vira vantagem
Em algumas plantas, o “sem energia” não é só economia: é segurança e continuidade.
Como o magnetismo é permanente, o suspenso magnético:
- não depende de rede elétrica para separar;
- não para de funcionar em caso de queda de energia;
- elimina riscos ligados a aquecimento de bobinas e falhas elétricas (quando comparado a soluções eletromagnéticas).
Isso ajuda muito em ambientes agressivos e linhas críticas, onde o objetivo é reduzir pontos de falha.
Limpeza manual com gaveta: o que muda na rotina
A separação é só metade do trabalho. A outra metade é retirar o ferro capturado de um jeito que não vire um problema operacional.
Na limpeza manual, a rotina costuma ser:
- definir uma frequência (por turno, por dia, por volume transportado);
- remover a gaveta limpadora em aço inox;
- descartar o material ferromagnético retido;
- recolocar a gaveta e seguir operação.
O ponto forte aqui é a simplicidade: menos componentes móveis e manutenção mais previsível. Para muitas aplicações, isso é exatamente o que a equipe de manutenção quer.
Instalação do suspenso magnético: transversal ou longitudinal?
A instalação mais comum do suspenso magnético é a transversal, porque atende bem a grande parte das correias e é mais direta de ajustar em altura e posição.
Já a instalação longitudinal costuma entrar quando a planta trabalha com altas velocidades de correia e você quer otimizar a “janela” de atuação do campo magnético ao longo do fluxo. Em outras palavras: você tenta dar mais “tempo” e área de exposição para o contaminante ser puxado.
O acerto de instalação (altura, posição e ponto da correia) é tão importante quanto o próprio ímã. Se o separador fica alto demais, ele até “vê” o ferro, mas não puxa. Se fica baixo demais, pode aumentar risco mecânico e atrapalhar o processo.
Onde faz mais sentido usar: aplicações típicas
O suspenso magnético é bem versátil. Ele costuma ser escolhido em processos como:
- mineração e agregados (proteção de britadores e peneiras);
- reciclagem (sucata ferrosa misturada ao material);
- cimento e cerâmica (redução de ferro indesejado no processo);
- química (contaminação ferrosa como causa de retrabalho);
- agricultura (proteção do fluxo e redução de impurezas);
- fundição (controle de contaminantes em etapas de transporte);
- indústria alimentícia (quando aplicável ao ponto do processo e com os cuidados exigidos pelo ambiente).
Suspenso magnético + polia magnética: quando combinar os dois
Em várias linhas, o melhor resultado vem da soma de tecnologias. O suspenso magnético atua “por cima”, removendo contaminantes no transporte. Já a polia magnética separa ferrosos em um ponto de descarga/transferência, aproveitando a mudança de trajetória do material.
Quando combinar?
- quando há muito contaminante ferromagnético em diferentes tamanhos;
- quando você quer aumentar a eficiência global sem tornar o processo mais complexo;
- quando a correia tem pontos claros de transferência que favorecem separação adicional.
Checklist rápido para dimensionar sem erro
Antes de escolher o tamanho/modelo do suspenso magnético, vale levantar:
- Largura da correia e espaço disponível para instalação
- Velocidade da correia (impacta escolha de orientação e posição)
- Altura de material (camada) sobre a correia
- Tipo de material (granulometria, umidade, poeira, abrasão)
- Tipo e tamanho dos contaminantes ferrosos mais comuns
- Quantidade de contaminante, assim conseguimos saber se a limpeza manual é suficiente. Existe a opção de limpeza automática.
Como o produto é disponível em diversos tamanhos, o dimensionamento correto evita dois erros clássicos: comprar “forte demais” sem necessidade (peso/custo/estrutura) ou comprar “fraco demais” e ficar com separação inconsistente.
FAQ
1) O que é um suspenso magnético?
É um separador magnético instalado acima da correia transportadora para capturar e remover contaminantes ferrosos do material transportado.
2) Suspenso magnético precisa de energia elétrica?
O modelo com ímãs permanentes não precisa. Ele separa pelo campo magnético gerado pelos próprios ímãs.
3) Como é feita a limpeza no suspenso magnético de limpeza manual?
A remoção do ferro retido é feita por uma gaveta limpadora, que facilita a retirada das impurezas e a manutenção de rotina.
4) Qual a diferença entre instalação transversal e longitudinal?
Transversal é a mais comum e direta. Longitudinal é usada quando faz sentido aumentar a área/tempo de atuação, especialmente em correias de alta velocidade.
5) Em quais indústrias o suspenso magnético é mais usado?
É comum em mineração, reciclagem, cimento, cerâmica, química, agricultura, fundição e também em processos alimentícios compatíveis com a etapa e o ambiente.
6) Vale combinar suspenso magnético com polia magnética?
Sim, quando você quer elevar a eficiência de separação em mais de um ponto do processo, especialmente em linhas com muito contaminante ferromagnético.
Conclusão + CTA
Se a sua correia está levando “ferro junto” e isso vira quebra, contaminação ou parada, o suspenso magnético é uma das soluções mais diretas e confiáveis para resolver na origem — com operação contínua e manutenção simples.
Ações práticas agora:
- 👉 Veja o em nosso site Suspenso magnético de Limpeza Manual
- 👉 Visite nossa loja onlinte, casadoima.com.br
👉 Para mais dicas e demonstrações práticas, siga nosso Instagram:@casadoima
